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Olubajé


Olubajé

Olubajé é um ritual anual para Obaluaiê e só é feito em casas de Candomblé, sendo obrigatório em casas onde haja feito um Yawo de Obaluaiyê há menos de sete anos ou o próprio Zelador ou Zeladora seja deste Orixá.
Olubajé é uma palavra de origem Iorubana e significa Olú : Aquele Que; Ba : Aceita; Je : Comer.
Olubajé
Diz uma lenda que Xangô, um Rei muito vaidoso, deu uma grande festa em seu palácio e convidou todos os Orixás, menos Obaluaiyê, pois as suas características de pobre e de doente assustavam o rei do trovão. No meio do grande cerimonial todos os outros Orixás começaram a notar a falta do Orixá Rei da Terra e começaram a indagar o porquê da sua ausência, até que um deles descobriu de que ele não havia sido convidado.
Todos se revoltaram e abandonaram a festa indo a casa de Obaluaiyê pedir desculpas, Obaluaiyê recusava-se a perdoar aquela ofensa até que chegou a um acordo; daria uma vez por ano uma festa em que todos os Orixás seriam reverenciados e este ofereceria comida a todos desde que Xangô comesse aos seus pés e ele aos pés de Xangô.
Nascia assim a cerimónia do Olubajé. Porém, existem diversas outras lendas que narram outros motivos sobre o porquê de Xangô e Ogum não se manifestarem no Olubajé.
Aqui vou contar um resumidamente o que acontece nessa cerimónia:
Nesse dia todo o terreiro se encontra ornamentado na cor deste Orixá, Obaluaiyê – devo ressaltar que essa é a única cerimónia dentro do Candomblé que dispensa o Ipadé de Exú.
Chega a hora e o Babalorixá ou a Yalorixá faz soar o adjá, forma-se uma fila indiana, trazendo panelas de barro ornamentadas com faixas, todas elas contendo as comidas de todos os Orixás com excepção da comida do Orixá Xangô; à frente estará a Yalorixá ou o Babalorixá seguida por uma filha de Iansã, carregando uma esteira, uma outra com um pote na cabeça contendo a bebida sagrada das cerimónia chamada de Aluá, mais uma com um vasilhame de barro cheia de Ewe Lara (folha de mamona) a qual servirá de prato para as comidas; logo em seguida mais 21 pessoas ou 7 – estes são os números das comidas oferecidas – transportarão vasilhames de barro à cabeça, trazendo-os para o centro da sala, onde serão colocados sobre a esteira, formando assim a mesa do banquete.
É importante ressaltar que todos, como numa cerimónia de um Bori, inclusive os assistentes, deverão estar descalços.
Em seguida, três dos iniciados mais antigos servem as comidas, colocando um pouco de cada uma das comidas existentes no banquete sobre uma folha de mamona que serve de prato. Todos os presentes na cerimónia devem comer um pouco de cada uma das comidas, utilizando apenas as mãos para comer, e é também obrigatório que todos dancem ao som das músicas e cantigas que vão sendo entoadas em louvor do Orixá.
Todos batem palmas pausadamente – paó – saudando Obaluayê. Com voz forte e cheia de entusiasmo, esta frase melodiosa ecoa:
Omulú Kíí bèrú já__Kòlòbó se a je nbo
Kòlòbó se a je nbo__Kòlòbó se a je nbo__Aráayé.
Omulú não teme a briga.
Em sua pequena cabaça traz axé e feitiço.
Fonte:
http://ocandomble.wordpress.com


Andropausa, a “menopausa” masculina



Andropausa, a “menopausa” masculina
Muito se fala sobre a saúde da mulher, um assunto que sempre está em destaque, com diversas informações de como cuidar da tensão pré-menstrual (TPM), os tipos de câncer, inclusive as alterações hormonais que modificam as funções do corpo feminino, como a menopausa. E se engana quem pensa que só as mulheres sofrem com tais alterações. Pouco se fala sobre os problemas hormonais masculinos, como exemplo a andropausa, que influencia na qualidade de vida masculina.
De acordo com o Dr. Cristovão Machado Barbosa, urologista do Hospital e Maternidade São Cristóvão, o termo andropausa é facilmente compreendido, mas na verdade é inapropriado. “É preciso nos conformar com algo que satisfaça a ciência e a necessidade da compreensão das pessoas em geral. O termo médico mais apropriado seria Distúrbio Androgênico do Envelhecimento Masculino ou DAEM”, informa.
O DAEM é caracterizado pela queda do hormônio testosterona, e acredita-se que 20% dos homens com mais de 50 anos irão apresentar esse declínio, que chega a 1% ao ano a partir dos 30. É diagnosticado em laboratório e pode acompanhar os seguintes sintomas: diminuição gradual da libido e do desejo sexual, diminuição da massa muscular e óssea, depressão e alterações de humor e aumento da gordura corpórea. Por trazer diversas mudanças na vida dos homens essa fase pode causar queda na autoestima e tendência à solidão, fatores que afetam negativamente a vida sexual.
O tratamento mais indicado é a reposição hormonal, que pode melhorar não somente a sexualidade, mas a qualidade de vida em geral, o desempenho mental e do trabalho. “Como alternativas de tratamento, essa reposição pode ser feita por diversas vias, dando-se preferência, até o momento, ao uso intramuscular, com intervalo de duas a três semanas ou aplicações a cada três meses, ou também por meio de adesivos ou gel”, ressalta o Dr. Cristovão Machado Barbosa.
No entanto, devemos ficar atentos para pacientes no qual tal reposição é contra indicada, como por exemplo, os portadores de câncer de próstata que possuem um aumento benigno dessa região, homens com sintomas urinários ou apneia do sono não tratada. Pacientes que fazem reposição hormonal devem ser controlados semestralmente com exames de PSA (Antígeno Prostático Específico), dosagens de testosterona, hemograma, exames de função hepática e toque retal.
Fonte: São Cristóvão Saúde

A ONU Mulheres – Entidade das Nações Unidas



A ONU Mulheres – Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres seleciona, até o dia 30 de maio de 2011, profissional com graduação em Jornalismo para ministrar o Curso de Gênero, Raça e Etnia para Jornalistas e administrar blog e redes sociais relacionados ao curso. Faça aqui o download do termo de referência com informações sobre a vaga e do formulário Personal History Form para candidatura.

A iniciativa está programada para acontecer em oito cidades: Maceió (AL); Manaus (AM); Fortaleza (CE), Belém (PA), Recife (PE), São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ) e Porto Alegre (RS). Cada curso deverá ser realizado pelo período de dois dias, com uma carga horária total de oito horas. Podem participar da seleção jornalistas diplomados/as com conhecimento avançado das temáticas gênero, raça e etnia, por meio da comprovação de experiência profissional ou acadêmica na área, produção de publicações ou reportagens sobre o tema, ou pela participação em eventos com foco em gênero, raça e etnia; experiência comprovada em redação (veículos de comunicação); e disponibilidade para viagens.

O curso será ministrado baseado em plano pedagógico fornecido pela ONU Mulheres, por meio do Programa Interagencial para a Promoção da Igualdade de Gênero, Raça e Etnia e do Programa Regional de Gênero, Raça, Etnia e Pobreza, e pela FENAJ – Federação Nacional dos Jornalistas, assim como outros materiais pedagógicos tais como matérias ilustrativas e vídeos.

Cooperação – ONU Mulheres e FENAJ
O Curso de Gênero, Raça e Etnia para Jornalistas é uma das ações previstas no Memorando de Entendimento firmado entre a ONU Mulheres e a FENAJ no 34º Congresso Nacional dos Jornalistas.

São os termos da esfera de cooperação: apoio da ONU Mulheres à realização de ações da FENAJ para o enfrentamento do racismo, sexismo e etnocentrismo; especialização de jornalistas nas temáticas de gênero, raça e etnia; incentivo à criação de instâncias organizativas de gênero e raça nos sindicatos de jornalistas com a finalidade de implementar políticas de combate ao racismo, ao sexismo e ao etnocentrismo e promoção da igualdade; realização do censo do jornalismo brasileiro; adoção da autodeclaração étnicorracial nas fichas sindicais; apoio às políticas focalistas.

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